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AOFA presente na Cerimónia Militar do Dia do Estado-Maior-General das Forças Armadas

A convite do Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA) a AOFA esteve presente na Cerimónia, tendo sido representada pelo Presidente do Conselho Nacional, Tenente-Coronel António Costa Mota.

O evento foi presidido pelo Senhor Presidente da República, Comandante Supremo das Forças Armadas, tendo contado com a presença das mais altas Entidades Militares e Civis.

Destaque especial para a Evocação de D. Nuno Álvares Pereira, a partir de hoje formalmente designado como Patrono do EMGFA, consideradas as suas características de Militar excepcional e fortemente decisivo na manutenção da Portugalidade em momentos especialmente difíceis da nossa História colectiva.

Usaram da palavra, para além do CEMGFA, o MDN e o Comandante Supremo das Forças Armadas.

Se no caso do CEMGFA o discurso incidiu essencialmente sobre a apologia de D. Nuno Álvares Pereira e na explicitação das actividades realizadas ao longo do último ano, registando-se por diversas vezes o elogio público ao trabalho (cada vez mais dífícil e complexo) dos Militares Portugueses quer a nível externo, quer interno e uma nova, muito clara e explícita, referência à exiguidade do número de Efectivos das Forças Armadas, já no caso do MDN, infelizmente, pouco ou nada de positivo há a registar, centrando-se o discurso numa tenttiva pública de apaziguamento do mau-estar gerado pelos recentes diferendos, bem conhecidos, com o CEMGFA e demais Chefias Militares, a propósito precisamente da exiguidade de Efectivos, sem que quaisquer medidas positivas de combate a essa situação sequer se vislumbrem.

Já no caso do Senhor Presidente da República registámos um discurso curto e assertivo de elogio aos Militares Portugueses, tendo sido deixados alguns “recados” dirigidos ao próximo governo que resultar das eleições de 6 de outubro. Nestes, destaque para a questão do Estatuto do Combatente (que continua a tardar) e da necessidade imperiosa de dignificação da Condição Militar e de valorização da Carreira Militar, com claras alusões a outras carreiras que ao longo desta legislatura viram já inúmeras questões estatutárias resolvidas e tiveram valorizações remuneratórias muito significativas. Um discurso claro e inequívoco a que importa dar sequência prática sob pena de se eternizarem os elogios de circunstância, sem que haja qualquer adesão prática à realidade que é vivida pelas Mulheres e Homens que Servem ou Serviram Portugal nas Forças Armadas.

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