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Descongelamento das progressões remuneratórias: Associações de Militares, da GNR e da Polícia Marítima emitem comunicado

Desde a decisão tomada em comissão da Assembleia da República sobre o chamado descongelamento das carreiras dos professores, com óbvias consequências sobre outros Corpos Especiais da Administração Pública, temos vindo a assistir a um pouco de tudo: à dramatização por parte do Primeiro-Ministro; à exibição de números não fundamentados, nomeadamente, apresentando-os como imediatos a uma eventual decisão; aos recuos de alguns partidos e à manutenção da posição de outros; etc.

De uma coisa temos a certeza: o partido que governa tomou parte na Resolução nº 1/2018 da Assembleia da República que consagra o direito à recuperação integral do tempo congelado.

E de outra coisa também não nos esquecemos: os milhares de milhões de euros que foram aplicados na banca.

E uma pergunta se coloca: quando os profissionais em apreço atingirem o direito à progressão, ainda que não seja considerado esse tempo congelado, será que não vai ser invocada uma qualquer impossibilidade orçamental, como agora?…

Por isso, é perfeitamente natural que as Associações Profissionais de Militares, a Associação dos Profissionais da Guarda e a Associação Socioprofissional da Polícia Marítima, que resolveram juntar sinergias desde há algum tempo, tomem de novo posição através de um comunicado.

O comunicado, como habitualmente, chegou ao conhecimento de: Presidência da República, Assembleia da República (todos os Grupos Parlamentares), Primeiro-Ministro, MDN, CEM’s, órgãos de comunicação social, restantes APM, organizações de Ex-Combatentes, Oficiais das Forças Armadas.

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