Conselho Diretivo do IASFA obrigado a recuar no aumento das mensalidades cobradas aos residentes nos Centros de Apoio Social

A seu tempo, a AOFA tomou posição: começou por se insurgir contra os aumentos, por serem claramente excessivos e não levarem em consideração as envolventes do processo e persistiu, amiudadas vezes, nesse alerta; divulgou a carta subscrita por mais de 130 residentes no CASOeiras, dando conta da sua preocupação ao CD/IASFA; divulgou, mais recentemente, a carta de um nosso camarada com o posto de Capitão, a nós dirigida, que retratava as condições dificílimas em que iria ficar.

Essa divulgação foi feita, como habitualmente para: Presidente da República (Casa Militar), Assembleia da República (todos os Grupos Parlamentares), Primeiro-Ministro (Gabinete), MDN (Gabinete), CEM’s (Gabinetes), restantes Associações Profissionais de Militares, Organizações de Ex-Combatentes, Órgãos de Comunicação Social, Oficiais das Forças Armadas.

Em boa hora “alguém” esteve atento a tão preocupante matéria.

Na comunicação interna acima referida, é dado a conhecer a colaboração que vai ser pedida ao Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social para participar na resolução do assunto.

Não podendo deixar de lamentar que os militares que ainda restam no IASFA tenham perdido a capacidade de decidir em causa própria – o Instituto foi obra do esforço dos militares, que o erigiram, ao longo dos anos, com os seus descontos diretos (as contribuições) e indiretos (resultantes da venda de combustível que os Ramos em tempos puderam fazer) – a AOFA espera bem que a solução encontrada permita salvaguardar que aos residentes nos Centros de Apoio Social sobre o mínimo indispensável à sobrevivência com dignidade nos últimos anos de vida que lhes restam, como impõe o Estatuto da Condição Militar que tão esquecido anda.

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